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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Anvisa lança selo de segurança para Medicamentos


Quem comprar um medicamento nas farmácias brasileiras poderá conferir, no próprio estabelecimento, se o medicamento é verdadeiro. É que, a partir de janeiro de 2012, cada caixa de medicamento conterá um selo de segurança fornecido pela Casa da Moeda que será reconhecido por leitores óticos em todas as farmácias e drogarias do país. A autenticidade do produto será indicada quando o consumidor aproximar a etiqueta de segurança ao visor do terminal ótico.


O objetivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é minimizar os riscos causados pela existência de medicamentos falsificados, roubados, sem registro ou contrabandeados, no mercado nacional. Só em 2010, a Agência apreendeu 53.575 mil unidades de medicamentos falsificados e contrabandeados e 62,9 toneladas de medicamentos sem registro.
Confira o quadro com as apreensões feitas pela Anvisa de 2007 a 2010:




Etiquetas de segurança

Selo produzido pela Casa da Moeda

(imagem ampliada - tamanho real 19 x 25 mm)

O modelo de etiqueta desenvolvido é simples e de fácil reconhecimento pelo usuário final. Os selos, autoadesivos, serão aplicados diretamente nas embalagens secundárias (caixa) dos medicamentos e terão um marcador especial, único e exclusivo, reconhecido apenas pelo Leitor Específico de Autenticação. Cada etiqueta terá, ainda, uma numeração individual não repetitiva (Identificador Único de Medicamento – IUM), que será a ferramenta de base para o sistema eletrônico de rastreabilidade.

Não serão produzidas etiquetas diferenciadas por estado ou fabricante de medicamento. Todas as etiquetas autoadesivas, em todo o país, terão o mesmo formato e características físicas.

Principais características de segurança das etiquetas:

- padrão único, no tamanho de 19 X 25 milímetros;
- existência de fibras e micro esferas coloridas, visíveis sobre luz ultravioleta;
- micro cortes para proteção contra tentativas de violação;
- existência de número serial, de 13 dígitos. Os dois primeiros dígitos representam os dois últimos algarismos do ano em que a etiqueta foi impressa, e os 11 números seguintes representam uma sequência numérica, não repetitiva, dentro do ano em que a etiqueta for impressa. Não existirão etiquetas com números repetidos;
- código bidimensional Datamatrix impresso, que corresponderá ao respectivo número de série da etiqueta;
- marcador invisível de autenticação. Este marcador permitirá o reconhecimento da etiqueta pelos leitores que serão disponibilizados às farmácias e drogarias. Esses leitores serão específicos para essa finalidade e somente eles poderão fazer a leitura dos marcadores das etiquetas.
- etiqueta impermeável, não ocorrendo a penetração de óleo ou produtos químicos;
- etiqueta resistente à água e à umidade. Possui resistência à exposição prolongada ao sol, não apresentando alterações em sua coloração.
- etiqueta não apresentará, com o tempo, deformação em seu formato;

Leitor Específico de Autenticação
Leitor que confirma a veracidade do Medicamento

Para a leitura das etiquetas, a Anvisa solicitou à Casa do Moeda a produção de leitores óticos, desenvolvidos especialmente para reconhecer o marcador invisível de autenticação inserido no selo. O equipamento funcionará por meio do contato da etiqueta com o visor e, automaticamente, fará a leitura e o reconhecimento da autenticidade do elemento de segurança da etiqueta. Luz verde e sinal sonoro do equipamento indicam que o medicamento é verdadeiro.

Todos os leitores fixos possuirão números individuais e lacres de inviolabilidade de fácil identificação visual para o consumidor e para os agentes de fiscalização. Qualquer tentativa de violação dos lacres ficará evidente: além da impressão do número serial, os lacres possuirão impressões de segurança.

A tecnologia utilizada na fabricação dos leitores específicos de autenticação da Casa da Moeda do Brasil é robusta e segura. Os testes de confiabilidade de leitura indicam 100% de confiabilidade.

Cada farmácia terá um equipamento de leitura instalado em área de fácil acesso para uso livre e gratuito dos consumidores de medicamentos. A Casa da Moeda do Brasil efetuará a entrega dos leitores para todas as farmácias regularizadas na Anvisa, sem nenhum ônus para o estabelecimento. Leitores portáteis também serão entregues à Agência para serem utilizados nas ações de fiscalização.

Mercado

O valor do selo será de R$ 0,07, sem a incidência de impostos. Como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é variável nos diversos Estados da Federação, os preços das etiquetas terão variação conforme o Estado.
Verifica-se que, sobre o mercado total, o impacto do valor do selo é de 0,05% (média). Sobre o mercado de produtos de até R$ 5,00, o impacto do selo é de 2,58% (média).

Rastreabilidade

Em 2010, a Anvisa iniciou interlocução com o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), por meio de representantes da Receita Federal do Brasil e das Secretarias Estaduais de Fazenda, para inclusão do número Identificador Único de Medicamento (IUM) como dado das Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) do setor farmacêutico.

A NF-e será usada como meio transmissor dos números IUM, desde os fabricantes até os distribuidores varejistas de medicamentos. A associação do IUM às demais informações fiscais constitui-se um dos principais pilares do Sistema Nacional de Controle de Medicamento. Por meio da NF-e, será possível recuperar informações históricas e geográficas sobre o caminho percorrido pelos medicamentos, desde sua produção até a entrega ao consumidor.

O teste-piloto virtual para o uso da NF-e está em fase de finalização. A partir de 1º de janeiro de 2011, já estará disponível na NF-e o campo destinado ao IUM para preenchimento pelas empresas farmacêuticas em todas as transações comerciais envolvendo medicamentos.

Histórico

Para aprimorar continuamente os mecanismos de rastreabilidade e autenticidade de medicamentos no país e dar uma resposta efetiva à informalidade, foi criado o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos, por meio da lei 11903/09.
A lei prevê que o Sistema será implantado gradualmente em até três anos.
Nesta quarta-feira (6/10), a Anvisa assina nova instrução normativa que define os prazos para a implantação do sistema de rastreamento de medicamentos. A norma será publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (7/10).


Mais informações

Assessoria de Imprensa da Anvisa
Telefones: (61) 3462 6710
Plantão nos finais de semana: 9674-8388
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FONTE: www.anvisa.gov.br








domingo, 29 de agosto de 2010

Entenda melhor o que os farmacêutcos querem com a "Prescrição Farmacêutica" (Indicação de Medicamentos Isentos de Prescrição Médica)



Médicos ainda desconhecem as atividades e benefícios que os farmacêuticos podem trazer para os pacientes e para os próprios médicos. A polêmica da "Prescrição Farmacêutica" evidencia um desconhecimento sobre o trabalho realizado pelos farmacêuticos, que ainda são confundidos como meros balconistas vendedores de medicamentos.

O termo "Prescrição Farmacêutica" gera polêmica desnecessária, se os críticos buscassem informações técnicas sobre qual é a real proposta dos farmacêuticos (Consulta Pública 01/10 do CFF), verificariam que o objetivo dos farmacêuticos é de corrigir um grave problema que já existe no consumo de medicamentos, ou seja, usuários se automedicando sem as mínimas informações e conhecimento sobre este ato, o que gera os alarmantes índices de intoxicações devido ao uso irracional de medicamentos.

A chamada "Prescrição Farmacêutica" será um documento, onde o farmacêutico irá registrar todas as informações necessárias para a utilização dos medicamentos de venda livre (medicamentos isentos de prescrição médica - RDC 138/2003 da ANVISA).

Na prática, o usuário ao chegar à farmácia desejando se automedicar, será recebido pelo farmacêutico e este irá auxiliar o usuário no esclarecimento sobre o seu problema de saúde, e se este problema poderá ser tratado por um medicamento de venda livre de prescrição médica, ou se o problema de saúde não necessita de nenhum medicamento e sim de outras práticas (dieta alimentar, exercício físico, controle do stress, etc.) ou ainda, se o problema de saúde se mostra importante e assim o farmacêutico não indica nenhum dos medicamentos de venda livre de prescrição médica e orienta o usuário a buscar atendimento médico.

No caso de um problema de saúde menor (verificar a RDC 138/2003 da ANVISA), onde o farmacêutico, junto com as informações do usuário, verificar que pode indicar um medicamento de venda livre de prescrição médica, esta indicação será realizada através de um documento chamado de "Declaração de Serviço Farmacêutico - Indicação de Medicamento de Venda Livre de Prescrição Médica", conforme a RDC 44/09 da ANVISA.

Nesta "Declaração de Serviço Farmacêutico - Indicação de Medicamento de Venda Livre de Prescrição Médica" deverá constar todos os dados de identificação da Farmácia ou Drogaria, do Farmacêutico, do medicamento de venda livre indicado e todas as orientações farmacêuticas sobre a utilização, como a posologia, interações, armazenamento, alertas, etc.

Desta forma, o usuário contará com uma Assistência Farmacêutica adequada, para tomar suas decisões no ato da automedicação, realizando o uso racional de medicamentos.

O usuário não será obrigado a receber este serviço, se assim desejar, mas este serviço sempre deverá estar disponível para os usuários.

No momento que este serviço for regulamentado pelo CFF e os usuários o experimentarem, com certeza, todos sairão beneficiados, principalmente os usuários e também os médicos, pois os farmacêuticos estarão identificando problemas que necessitam de intervenção médica e conduzindo mais usuários aos consultórios médicos e não permitindo a automedicação de forma irracional que certamente agravará o problema de saúde inicial.

Esta é a prática de Assistência Farmacêutica correta, que será contrária ao que encontramos hoje nas farmácias e drogarias, onde proprietários leigos e balconistas comissionados pela indústria, indicam medicamentos visando à venda e o lucro fácil, com a chamada "Empurroterapia", aliando o desejo da automedicação irresponsável, com a visão do lucro em detrimento da saúde da população.

CFF- Conselho Federal de Farmácia
www.cff.org.br/

RDC 138/2003 ANVISA
http://www.farmaceuticogaucho.pro.br/attachments/File/vendalivre.doc

RDC 44/09 ANVISA
http://www.farmaceuticogaucho.pro.br/attachments/File/RDC_44_09_ANVISA.doc

domingo, 30 de maio de 2010

“Segurança do paciente — O farmacêutico faz a diferença.”






Ao final do XX Congresso Pan-Americano de Farmácia, encerrado no último sábado (29/05), no Centro de Eventos da PUC-RS, onde Porto Alegre transformou-se na capital farmacêutica das Américas, fica clara a necessidade do profissional farmacêutico se apresentar aos usuários de medicamentos e serviços farmacêuticos com maior destaque.
Atualmente, os usuários de medicamentos e serviços farmacêuticos desconhecem a necessidade da atuação deste profissional de saúde, que possui conhecimentos técnicos para desenvolver o Uso Racional de Medicamentos, Atenção Farmacêutica, Análises Clínicas e Toxicológicas, na Indústria de Medicamentos, na Indústria de Alimentos e outras 70 diferentes atividades regulamentadas pelo Conselho Federal de Farmácia.

Durante o Congresso, foram revelados dados impressionantes. Em média, a cada 20 dias um novo medicamento entra no mercado, um terço dos medicamentos sai do mercado após dois anos, o Brasil está entre os 5 maiores consumidores de medicamentos no mundo, são mais de 30 mil apresentações de medicamentos, há mais farmácias que o dobro recomendado pela OMS, os gastos com medicamentos representam 12% do orçamento familiar, 50-70% das consultas médicas geram prescrição de medicamentos,
50% de todos os medicamentos são prescritos, dispensados ou usados inadequadamente, 75% das prescrições com antibióticos são errôneas, a metade dos consumidores compra medicamentos para tratamento de um só dia, somente 50 % dos pacientes, em média, tomam corretamente seus medicamentos. Dados revelados sobre o consumo de medicamentos no Brasil demonstram que a nossa população está refém de um sistema de comércio de medicamentos que fatura bilhões de dólares e não investe nenhum percentual dos lucros em serviços farmacêuticos. Enquanto os dados revelados pelo SINITOX apontam que a cada meia hora se notifica um caso de intoxicação no Brasil devido ao uso irracional de medicamentos, nossas Farmácias e Drogarias vão a Justiça para obterem permissão de manterem o formato atual onde o comércio prevalece. Com a empurroterapia, venda de medicamentos sem Receita, concorrência que leva ao cometimento de crimes contra a saúde pública, vemos a população sofrendo com o custo altíssimo dos medicamentos, antibióticos que não são mais efetivos, pois as bactérias já estão resistentes, grávidas, idosos e crianças consumindo diversos medicamentos de forma totalmente inadequada, transformando o medicamento em um verdadeiro veneno.

Por tudo isso, se faz necessário que os farmacêuticos se apresentem e sejam reconhecidos, tornando-se não mais necessários e sim imprescindíveis. Que a população encontre estabelecimentos onde o farmacêutico esteja sempre disponível, durante todo o horário de funcionamento. Fornecendo as informações corretas, acompanhando os tratamentos, exigindo e avaliando as receitas, mantendo comunicação com os prescritores e principalmente, dedicando tempo e atenção que a população tem direito.

O uso racional de medicamentos parte do princípio que o paciente recebe o medicamento apropriado para suas necessidades clínicas, nas doses individualmente requeridas para um adequado período de tempo e a um baixo custo para ele e sua comunidade. O farmacêutico é o profissional de saúde mais disponível para a população, não existe fila para atendimento nem necessidade de agendamento e além de todos os benefícios que a população desconhece, os farmacêuticos estão ampliando a luta contra os impostos sobre os medicamentos. A diferença entre medicamento e veneno está na dose utilizada e na oferta de assistência farmacêutica efetiva.


Everton Borges
Farmacêutico Fiscal
Conselho Regional de Farmácia do RS

domingo, 11 de abril de 2010

CRIANÇAS E MEDICAMENTOS: PERIGO!

























Medicamentos devem ser guardados longe do alcance das crianças e se possível em armário e/ou gavetas trancadas.

No Brasil, é grande o número de vítimas por intoxicação de medicamentos.O Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (SINITOX) registrou,em 2004, 81.824 casos de intoxicação humana no país. Sendo que os medicamentos, com um percentual de 29%, lideram a lista dos principais agentes tóxicos causadores dessas intoxicações.
A forma mais comum de intoxicação é acidental (55% dos casos registrados),e a faixa etária mais atingida é a de crianças menores de cinco anos, que representam 23,8% dos casos. De acordo com a Associação Brasileira de Indústrias Farmacêuticas (Abifarma),todo ano cerca de 20 mil pessoas morrem vítimas da automedicação
no Brasil.

Não se devem deixar os medicamentos ao alcance das crianças, pois alguns medicamentos têm cores e sabores atrativos que poderão atrair as crianças.
Não use medicamentos com embalagens estragadas, sem rótulo ou sem bula.
Não utilize o mesmo medicamento do seu amigo ou vizinho sem consultar o farmacêutico ou o médico.
Ao comprar um medicamento solicite informações com o farmacêutico sobre possíveis reações adversas.
Se sentir algum sintoma diferente ao tomar o medicamento, procure o farmacêutico ou o médico imediatamente.
Bebês, mulheres grávidas ou que estão amamentando nunca devem tomar medicamentos sem receitas médicas e sem informações do farmacêutico e do médico.

Na maioria das vezes, a ocorrência de intoxicação infantil por medicamentos se dá em função do descuido dos pais ou responsáveis pelas crianças ou quando as crianças encontram embalagens que ainda continham o produto no lixo.
Confirme sempre a data de validade.
Entregue numa farmácia os medicamentos que estão fora da validade - Nunca deixe os medicamentos no banheiro ou cozinha.
Se a embalagem contém mais medicamento do que necessita para o seu tratamento informe-se junto do seu farmacêutico qual o melhor destino.
Nunca dê a uma criança um medicamento destinado a adultos, mesmo que em doses reduzidas.
Evite tomar remédio na frente de crianças.
Não dê remédio no escuro para que não haja trocas perigosas.
Mantenha os medicamentos nas embalagens originais.
Cuidado com remédios de uso infantil e de adulto com embalagens muito parecidas, erros de identificação podem causar intoxicações graves.
Pílulas coloridas, embalagens e garrafas bonitas, brilhantes e atraentes, odor e sabor adocicados despertam a atenção e a curiosidade natural das crianças, não estimule essa curiosidade, mantenha medicamentos e produtos domésticos trancados e fora do alcance dos pequenos.
É importante que a criança aprenda que medicamento não é bala, doce
ou refresco, quando sozinha, ela poderá ingerir o medicamento.


Em caso de intoxicação ligue para o Centro de Informações Toxicológicas do RS
0800 721 3000 - Ligue sempre, mesmo na dúvida

domingo, 14 de março de 2010

FARMACÊUTICO PRA QUÊ?

O Brasil está entre os 5 maiores consumidores de medicamentos no mundo. São mais de 32 mil rótulos de medicamentos

Com 12 mil substâncias (quando na verdade bastariam 300 itens)

Há uma drogaria para cada 3 mil habitantes, mais que o dobro recomendado pela Organização Mundial de Saúde.

Medicamentos de venda livre, também conhecidos como OTC e mesmo os éticos, que deveriam ser vendidos apenas sob prescrição dos médicos, são vendidos por telefone ou internet

Os próprios balconistas de farmácias, incentivados pela poderosa indústria farmacêutica, receitam analgésicos e indicam medicamentos de tarja vermelho (éticos) aos consumidores, prováveis doentes.

Também é considerado um dos maiores consumidores de ansiolíticos, onde 75% das mulheres são responsáveis por uso indiscriminado de tranqüilizantes

O país conta com índices alarmantes de morte por intoxicação, cerca de 30% das intoxicações são causadas por medicamentos

Os gastos com medicamentos representam 12% do orçamento familiar.

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas cerca de 80 milhões de pessoas é adepta da AUTOMEDICAÇÃO.

15% da população brasileira consome mais de 90% da produção farmacêutica.

25-70% do gasto em saúde nos países em desenvolvimento corresponde a medicamentos,comparativamente a menos de 15% nos países desenvolvidos.

50-70% das consultas médicas geram prescrição medicamentosa.

50% de todos os medicamentos são prescritos, dispensados ou usados inadequadamente.

75% das prescrições com antibióticos são errôneas.

Somente 50 % dos pacientes, em média, tomam corretamente seus medicamentos.

Cresce constantemente a resistência da maioria dos microrganismos causadores de enfermidades infecciosas prevalentes.

Aos dois anos de idade, algumas crianças receberam aproximadamente 20 aplicações medicamentosas injetáveis.

A metade dos consumidores compra medicamentos para tratamento de um só dia.

53% de todas as prescrições de antibióticos nos Estados Unidos são feitas para crianças de 0 a 4 anos.

Fonte: Brundtland, Gro Harlem. Global partnerships for health. WHO Drug Information 1999; 13 (2): 61-64.